HEMOCROMATOSE (Excesso de Ferro):
                                     
             ferro                               


       Há alguns anos pesquisadores ficaram intrigados ao verificarem um alto indice de mortalidade numa tribo Africana, no Sub-Sahran. Àfrica Central. Sobretudo os homens morriam de infarto agudo do miocárdio e aterosclerose entre 30 e 33 anos de idade. Imagine você, isso acontecia na Àfrica, num ponto remoto, sem estresse, sem excessos alimentares e sem fatores de risco para doenças cardiovasculares. A necropsia destes homens revelou  aterosclerose generalizada e hemocromatose, ou seja, excesso de ferro depositado no coração, músculos, cérebro, figado, pâncreas, pele.
      Numa investigação mais detalhada, constatou-se que culturalmente os homens a partir dos nove anos faziam uso de uma espécie de cevada (cerveja), que era muito fermentada e guardada em tonés de ferro. Numa dieta normal, o consumo de ferro nao ultrapassa 2mg, enquanto nesta tribo africana, apenas consumindo cerveja ele chegou a 40mg/litro com esta bebida. A partir destes dados, inúmeros trabalhos, foram feitos correlacionando excesso de ferro e doenças cardiovasculares, câncer,artrite,atrose,mal de parkinson e alzheimer.

VERDADES e MITOS nas Doenças Cardiovasculares: Dr Sergio Puppin- Editora Thex